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| Dossiê sobre Zerbini é compartilhado no fórum do Taikodom. |
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Lembranças da região despertam saudade nos pilotos veteranos. |
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Os taikonautas que querem saber um pouco mais sobre a história e a realidade de Zerbini, a região do espaço onde os ressurectos são despertados, vão se interessar pelas novidades que estão acontecendo no fórum do Taikodom: Living Universe. Compartilhamos com os participantes do fórum um dossiê sobre a região, que desperta memórias saudosas nos pilotos mais antigos e curiosidade nos recém-chegados. |
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Confira abaixo o texto na integra: |
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Ontem eu estava voando perto de Mércia, bem distraída, com a minha Zebra, rumo à estação. De repente, vi vários tiros vindo na minha direção. Depois disso, só lembro de ter sido clonada. Bateu aquela nostalgia e comecei a me lembrar de quando cheguei em Barnard, junto com mais alguns ressurrectos. As coisas eram mais fáceis naquela época, você podia circular tranquilamente. Hoje tem muita gente trabalhando para criminosos, o que tumultua bastante a vida em Zerbini e nas outras regiões. Quando você está fazendo parte da História, acaba não se dando conta de como chegou até ali. Foi aí que resolvi buscar nos backups do meu Oni histórias sobre a nossa estimada Zerbini. Deixo com vocês um dossiê sobre a região e agora vou, porque tenho que abater uns atravessadores e recuperar uns paleoartefatos.
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Zerbini
Setor: Barnard - Sistema: Barnard
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Situação cosmopolítica da região |
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| O embargo imposto pelo Consortium no esforço de reconstrução, pacificação e preservação dos recursos naturais de 61 Cygni impede o trânsito de mercadorias e bloqueia a passagem de criminosos que tentam deixar o sistema. Com a Patrulha focada na fiscalização dos portais, apenas pilotos certificados pelas corporações consorciadas podem cruzar os portais entre Zerbini e as regiões afetadas pela Catástrofe Barnardiana. Ainda assim, grupos de criminosos tentam de tudo para furar o bloqueio. Os crimes mais comuns em Zerbini são: o tráfico de equipamentos de segurança, o contrabando de paleoartefatos e o desvio de materiais e suprimentos. Para evitar maiores prejuízos, as corporações consorciadas contratam freelancers para detectar e entregar Traficantes, Contrabandistas e Sabotadores para as autoridades legais. Essa medida acabou beneficiando principalmente os ressurrectos, despertados pelo Consortium em grandes quantidades para servir em Zerbini antes de serem enviados para 61 Cygni. A Neoeden, a Halitech e a Behemoth contratam e oferecem missões para pilotos recém-chegados, que atuam como agentes à paisana. O objetivo é surpreender os infratores de Zerbini antes que eles fujam e preparar melhor os novos pilotos para o que os espera em 61 Cygni. Assim, as corporações esperam capturar os peixes grandes, desmantelar esquemas e evitar futuros ataques do outro lado do Portal.
Quem é quem na região
Traficantes: trabalham para Piratas desviando equipamentos de segurança e armas fornecidas pela Behemoth Heavy Industries.
Sabotadores: atuam sob interesses Renegados, em ações com objetivo de prejudicar ou atrasar as obras de reconstrução e operações de logística da Halitech.
Contrabandistas: tentam atravessar paleoartefatos e insumos industriais de uso restrito, negociados com colecionadores e corporações de prospecção ilegais, o que pode por em risco as atividades da Neoeden.
Patrulhas e Civis: Zerbini é uma região controlada e monitorada pela Patrulha Estelar, responsável também pela fiscalização do tráfego pesado e segurança dos comboios que saem e entram em 61 Cygni. Em Zerbini, os criminosos atuam indiretamente, disfarçados ou extorquindo civis certificados para agirem como “bois de piranha”. |
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Júlia Honoré: representa a Hoplon Trust em Zerbini. A instrutora-chefe da Academia Espacial de Jules Verne trocou de bom grado o conforto do Sistema Solar para atuar na linha de frente da Missão Humanitária de Barnard. Ao assumir atribuições que considera fundamentais, Júlia se sente no auge da longa carreira. Júlia acredita que nenhum cidadão espacial do Núcleo pode entender melhor os barnardianos do que os ressurrectos, sobreviventes dos últimos anos da Terra. Para ela, a comparação do processo de colapso ambiental que levou à restrição do planeta com a situação de 61 Cygni é a prova de que a sociedade espacial ainda tem muito o que aprender com seu passado. Júlia acredita que atitudes predatórias e inconsequentes da humanidade contra a natureza não ficam impunes. A catástrofe cósmica deflagrada em 61 Cygni é só mais um exemplo. |
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Lori McCall: Representa a Behemoth Heavy Industries em Zerbini. Como mercenária, McCall ajudou a Patrulha a erradicar a pirataria no Sistema Solar. A serviço do esquadrão mercenário VFA-338th Raiders, participou da ocupação de Ross 154, sistema onde o Consortium mantém base estratégica para a pacificação de Barnard e Alpha Centauri. McCall é uma veterana de fronts de guerra. Currículo militar invejável, de promoção em promoção, ela chegou no Setor Barnard. Em Zerbini, Lori McCall é comandante da 2ª Divisão de Segurança da BHI. Ela conhece, há décadas, o modus operandi de piratas. Inimigos antigos, ela acredita que estaria servindo melhor tanto a Behemoth, quanto a Patrulha, se estivesse ajudando a desmantelar a nova estrutura organizacional dos grupos que conhece desde os tempos áureos de Plutão. |
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Rochelle Spitfire: é a representante da Halitech Mining em Zerbini. Ao contrário dos belters que fizeram carreira na Halitech, desde as primeiras companhias de extração de minérios em Fobos, Spitfire nunca ficou parada muito tempo no mesmo lugar. Do cinturão de asteroides principal do Sistema Solar, passando por Alpha Centauri, até chegar em Barnard e 61 Cygni. Rochelle foi chamada para trabalhar como recrutadora da Halitech porque lida bem com qualquer tipo de problema; resolve e parte para outro. Exatamente a mesma imagem que a Halitech quer passar no Setor Barnard: chegou para reconstruir a infraestrutura do sistema, restabelecer as rotas de abastecimento entre as zonas devastadas pelos incidentes catastróficos e deixar 61 Cygni para quem merece. Rochelle já gostou de viver isolada, foi até colecionadora de paleoartefatos. Mas isso faz parte do passado. |
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Nathan Hale: é o representante da Neoeden Environments em Zerbini. A experiência de Hale com seus patrões flatlanders vem de longa data, desde a época em que trabalhava como mestre de obras nos projetos bde engenharia planetária de Marte e nas arcologias de Luna City. Mas a Neoeden, apesar do nome, não está em 61 Cygni para construir novos paraísos e biosferas perfeitas. O braço barnardiano da Neoeden atua no Setor para pesquisar e preservar vestígios de mundos que já existiam por lá, há milhões de anos. Em especial, os sítios paleoarqueológicos em prospecção por pilotos certificados e centros de pesquisa. Nathan gosta de comparar suas funções em Zerbini como a dos olheiros de futebol. Caça talentos entre os pilotos novos e faz propostas para que os melhores troquem de posição para o lado da Neoeden. Nathan é a prova viva de que a tão proclamada meritocracia espacial pode ser levada, literalmente, ao pé da letra. |
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Agradecimentos a Beaserker. |
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