Uma coisa leva à outra. Descoberta pode guiar exploração do universo
Então, o que temos a poucos quilômetros de nós é uma bomba instável e recorrente. Certamente não era isso o que os paleoalienígenas tinham em mente quando criaram esse microburaco negro. Será que Manisha Woodsworth sabe a razão desse estranho e poderoso astro artificialmente criado? Sim, Manisha Woodsworth sabe a resposta. "As teorias mais plausíveis até o momento apontam que a forma original da estrutura alienígena era como um framboesa gigantesca, com o microburaco negro gerando energia para todas as medusas que a circundavam. Fonte de energia infinita e barata", revela, explicando que a tal singularidade nada mais era do que a usina que gerava energia para toda a estrutura.
Mas o mais impressionante é descobrir que, mesmo em sua forma estável, microscópica, um microburaco negro é passível de ser rastreado, tamanha a quantidade de energia que ele emite. E Manisha garantiu que a Neoeden já fez isso, e descobriu um padrão na localização desses microburacos negros, que possivelmente estão cercados de estruturas paleoalienígenas funcionais. Mas, infelizmente, ela se recusou a dar detalhes sobre essa pesquisa. "Aí eu estaria indo longe demais. Não gostaria de ter que passar o resto da minha vida como apenas um registro preso num holotanque qualquer".
O que será que Manisha tem a nos dizer que não pode? Qual descoberta que deve permanecer como segredo para toda a Humanidade, restrito apenas a poucas pessoas de uma corporação? Os palpites são variados... terá a Neoeden um mapa completo dos sistemas com paleoartefatos? Teriam conseguido, além de mapear o espaço, descoberto como chegar a cada um desses sitemas? Ou, o que seria ainda mais chocante, estabelecer contato com alguma forma de vida alienígena? As respostas para essas perguntas apenas o tempo será capaz de nos dar, através de sinais como um avanço tecnológico absurdo do Consortium em pouco tempo, da ocupação de novos sistemas ou com a nossa extinção por forças desconhecidas...